Palm, Uma Ferramenta Para Blogar

Os dois posts abaixo foram escritos em meu handheld palm. Mesmo havendo delay, estes textos foram publicados. O palm é uma ferramenta e tanto, podendo você, estando em qualquer lugar, poder escrever textos e assim, não deixando passar as idéias que estão na cabeça. Por isso estou achando o máximo estar aproveitando esse recurso para poder escrever mais textos.

No Metrô (texto Escrito Em 21/01/2008)

Cá estou eu na estação do Metrô escrevendo este texto. Entre uma estação e outra, e também entre um gole e outro de chá mate, fiquei lembrando da rápida e divertida viagem de ônibus que tive minutos antes. A cidade de São Paulo tem dessas coisas. À noite, os ônibus costumam não ter parcimônia na velocidade. Se para alguns é um tormento, para outros, como eu, é pura diversão. Tanto é que acabei me enganando agora há pouco, escrevendo este texto, e tomei a plataforma errada ao fazer a baldeação na Ana Rosa, tomando a direção oposta e parando na abafada estação Chácara Klabin.

Mas voltando ao assunto dos ônibus, aconteceu que por volta das 10 da noite, não haviam passageiros a ponto de num determinado ponto da viagem somente haver no coletivo 2 pessoas: eu e o motorista (esclarecimento: em algumas linhas intermunicipais, não existem cobradores, sendo o motorista quem também cobra as passagens), sendo eu a única testemunha das peripécias barbeiras do motorista. Inclusive, este me peguntou se eu estava com medo, respondendo-o negativamente. Acabei rindo dessa situação toda. Ao descer próximo à estação Saúde, agradeci dizendo: “Falou, piloto!” e desci da condução, fazendo sinal de positivo para o jovem motorista, que se daria muito bem sendo piloto de Fórmula Truck.

(texto escrito off-line, porém não publicado)

Um Longo Caminho A Percorrer (texto Escrito Em 20/01/2008)

Hoje a lingua queimou. Bastou tecer rasgados elogios ao Corinthians para ser abatido de forma incontestável pelo São Caetano por 3 a 1. Inclusive acabou sendo um pouco de falta de sorte, por conta de um gol irregular e um contra, mas o resultado acabou sendo justo, não pelos gols, mas pela falta de criatividade do meio de campo, sobretudo o Perdigão, e pela reação tardia da equipe do Parque São Jorge.Ainda não é motivo para temerosidade, mas o sinal amarelo deve ser aceso. Não deve deixar a equipe se abater, pelo contrário, é preciso manter a cabeça erguida e trabalhar ao máximo para conseguir o entrosamento, que é o único empecilho para o time deslanchar de vez.O próximo adversário do Corinthians é o Paulista, que ainda não venceu no Paulistão, no Morumbi.

(texto escrito off-line, porém não publicado)

Que Golaço, Hein Acosta!?

Troca de passes da equipe corinthiana, aos 14 minutos do segundo tempo. Da intermadiária, Alessandro, esboça um chute, mas blefa e lança a bola para Éverton, na lateral esquerda, que ao ver André Santos próximo à área, faz o passe à meia altura. Inteligentemente, ao perceber Alessandro correndo em disparada, com um leve toque o aciona para a linha de fundo que como um raio, avança e faz um cruzamento rasteiro. Na área estava Acosta. Desacreditado e até hostilizado pela torcida, mal saberia que em uma fração de segundo o descrédito se transformaria em redenção. Mesmo marcado, não perdeu a oportunidade de, com um toque de letra, desarmar como um especialista, toda a arapuca armada pela defesa do Paulista de Jundiaí, marcando um gol de placa.Desse lance podemos tirar as seguntes conclusões:

  • Quando entrosar, a equipe será um adversário difícil de ser batido.
  • A principal arma da equipe será o jogo pelas laterais.
  • O tempo que esse entrosamento levará para ocorrer será mais curto do que o esperado.
  • A equipe corre por fora, mas desponta como favorito, pelo menos às semifinais.