Ônibus em Diadema: situação preocupante

No último 19/03, foi exibida reportagem no noticiário SPTV Primeira Edição da Rede Globo sobre o ônibus 279 que está em condições precárias: bancos quebrados, quebras constantes e intervalos longos entre um ônibus e outro, sobretudo a noite.

Como utilizo essa linha todos os dias posso falar com um pouco mais de autoridade. O descaso nestes ônibus vem de longa data e esta linha é a última a ter os veículos trocados pela Mobibrasil, empresa do grupo Metropolitana de Transporte, que recentemente fez aquisições de empresas de ônibus na região do ABC Paulista. Note no vídeo (veja abaixo), que ainda os ônibus circulando estavam com a marca da empresa antiga, a Imigrantes.

A situação do transporte de ônibus na região do ABC preocupa. Ainda há uma grande quantidade de ônibus que não estão em condições de circular, estando velhos, em péssimas condições de higiene e conservação. Outra questão séria é quanto a superlotação e os intervalos entre um ônibus e outro. Parece não haver um escalonamento em função da demanda de passageiros. Todos os dias os moradores do bairro Campanário em Diadema, por exemplo, enfrentam problemas para ir para o trabalho ou estudo, pela manhã, ou para voltar para casa à noite.

Ontem, no Terminal Metropolitano de Diadema, o primeiro ônibus da Linha 279 com a marca Mobibrasil circulou (foto abaixo), mas algo me chamou a atenção: a placa do ônibus é de São Lourenço da Mata, da Região Metropolitana de Recife, Pernambuco. Para quem não sabe, a Metropolitana Transportes atua nas regiões metropolitanas de São Paulo e Recife, mas é muita estranheza um ônibus atuar em uma região e gerar receitas tributárias (IPVA e Licenciamento) em outra. Isto também acontecia na época da Imigrantes, quando haviam muitos ônibus circulando na região com placas do estado do Rio de Janeiro. Pode parecer regular juridicamente, porém é algo que precisa ser analisado.

Foto: André Arruda em 24/03/2012

Os ônibus municipais de Diadema também tinham os mesmos problemas, que foram amenizados com a substituição da frota no final do ano passado. Entretanto, a ameaça do fim da integração gratuíta pode trazer mais tormentos para os usuários de ônibus da cidade. Já foram instaladas grades e catracas no Terminal de Diadema para separar os ônibus do corredor metropolitano dos ônibus municipais e intermunicipais, porém a passagem está livre, por enquanto. Uma batalha judicial está prestes a acontecer entre prefeitura e EMTU, com vitória parcial dos munícipes. A alegação da EMTU é que a integração gratuíta está gerando prejuízo. Mas a razão é evidente: os ônibus municipais custam R$ 2,90 enquanto os ônibus do corredor custam R$ 3,10 e os intermunicipais, R$ 2,95.

Como a EMTU pode cobrar pela integração se não garante nem fiscaliza adequadamente as linhas de ônibus que administra?

Prisão imaginária

Me irrito, não me conformo. Quantas as vezes isso me ocorre e busco mostrar essa indignação em minhas palavras aqui e em minhas conversas com outras pessoas. Me disseram: você é louco, não devia se preocupar com os problemas do mundo, pois este mundo é cruel, é assim mesmo e não vai mudar. Você precisa se conformar com isso. Mas não me conformo.
Não aguento ser diuturnamente açoitado por uma verdade que me atormenta, e aos poucos, me enlouquece. E me punge ainda mais por ver que a minha resistência contra essa passividade que me cerca parece ser esforço inútil. O jeito é continuar lutando. Contra os que querem continuar vendo a injustiça desfilando livre por nossa realidade, contra os que querem a mudança pelo caos para fazer o mesmo que opressores fazem, usando o poder em causa própria, e aqueles oportunistas servos e aliados de um sistema nefasto, que parasitam os incautos e humildes.
Talvez precise de ajuda. Estou numa paranoia que considera tudo tão nebuloso, que vejo-me afastado da realidade, em rota de colisão com a loucura. Eu não me encaixo, não sirvo, não sou aceito, talvez seja merecedor do isolamento, da tristeza, do lamento e da melancolia de ser diferente, o maior de todos os castigos.
Depois de toda a lamúria, se perguntar se considero um castigo ser um brasileiro vivo em 2012, digo que isto é uma dádiva. Pois estar nesta condição me anima a acordar todos os dias e dizer, a plenos pulmões: “VAMOS À LUTA!”

Haja bombril

Quando formos instalar a TV Digital em casa, a primeira coisa que temos que olhar é para cima. Não para o céu e sim para a antena. A correta instalação da antena é determinante para o sucesso ou não da recepção digital em casa.

Isto porque a recepção digital é como um sistema de informação. Quem trabalha com informática sabe do que estou falando. E sabemos de que em sistemas desse tipo, o resultado depende muito do que entra, no nosso caso, da qualidade e potência do sinal recebido. Assim, como se diz entre os programadores, onde “entra lixo, sai lixo”. Na TV analógica é assim: quando o sinal é deficiente, aparecem ruídos, chiados e sombras, interferências que comprometem sua qualidade. Já na TV digital, vemos que pequenas deficiências não atrapalham, mas quando o sinal é muito fraco, simplesmente o sistema do receptor não consegue ler e assim, a imagem simplesmente não aparece. O meio-termo seria a imagem cortada, com interrupções na transmissão, às vezes frequentes. É oito ou oitenta. Imagine no momento capital da novela ou do jogo de futebol, a imagem simplesmente sumir: seria uma tremenda frustração. Para evitar um inconveniente, é muito melhor prevenir, instalando decentemente a antena, do que remediar com quilos de bombril ou ficar girando a antena e gritando “já pegou?
Taí algumas dicas para instalar bem a antena:

  • Use antenas UHF: todos os canais digitais são UHF. Para os leigos em TV, UHF é uma das faixas de frequência onde as emissoras transmitem TV, cuja outra é a VHF. Os canais de 2 ao 13 estão na faixa de frequência de VHF, e do 14 ao 69 no UHF. O que acontece para a Globo estar ainda no canal 5 na TV digital é um recurso chamado de canal virtual. Pois a alocação do número do canal na TV analógica é física e relativa a frequência do sinal da portadora. Direrente do rádio, onde a sintonia é feita por frequência única, na TV o sinal de vídeo e de áudio são transmitidos em frequências diferentes, e utiliza uma largura de banda maior, ou seja uma frequência mais alta, de centenas de megahertz, e com intervalos entre um canal e outro de 6 MHz e quebradinhos, tipo 479,143 MHz. Voltando ao canal virtual, o número do canal passou a ser uma identificação do canal e não da frequência em que a emissora estiver transmitindo. O canal real da Rede Globo em São Paulo no digital é o 19 UHF, mesmo tendo o canal 5.1 mantido no contrôle-remoto. Note bem que surgiu o .1 no número do canal e é importante, pois permite o espectador assistir qual programa/ versão do canal de sua escolha. Daí a escolha por antenas UHF, que aliás, possuem uma vantagem sobre as VHF: o tamanho das antenas é muito menor. Quanta diferença para os tempos em que só dava para ver Roque Santeiro com as enormes antenas espinha de peixe, torcendo para não chover nem bater ventania.
  • Antena externa ou interna, amplificada ou não? (Baita questão): a qualidade da recepção onde você mora é fator determinante para definir que tipo de antena usar. Para locais altos ou em prédios com andares mais elevados, onde a recepção é boa, uma antena interna sem amplificação já resolve, desde que posicionada em local alto e próximo a uma saída de luz e ar como uma janela. Para locais com recepção razoável ou onde não é possível instalar antena externa, uma antena interna amplificada resolve. Em casas térreas, com paredes grossas, ou prédios antigos que permitem a instalação de antenas externas, uma destas pode ser usada. Mas em condomínios, o ideal seria a instalação de uma única antena, cujo uso seria compartilhado pelos condôminos. Agora, se você tem o azar de morar em uma região acidentada e em baixo nível, onde nem mesmo a Rede Globo e a Band pegam direito (são as emissoras de TV com melhor sinal que conheço na grande SP) , o negócio é instalar uma antena de boa qualidade e amplificada, para o sinal da TV não engasgar.
  • Para o alto e avante: a posição da antena deve ser a melhor possível. Sempre em local alto, livre de obstáculos, e o mais próximo possível de uma janela. Não tem problema colocar a antena na varanda, até existem modelos de antena que podem ser usadas tanto em ambiente interno quanto externo. A mesma regra vale para instalação externa, mas procure fixar a antena muito bem e em um local mais centralizado no telhado, para amortecer possíveis rajadas de vento que podem derrubá-lo.
  • Tudo por um fio: tão importante quanto a escolha da antena, a fiação correta ajuda a garantir a qualidade de cinema e a recepção de o máximo de canais possíveis. Nada de emendas ou gambiarras ao cabear uma antena externa. É direto da fonte ao consumidor. Também nada de disperdícios: para mais de uma TV, uma única antena externa, sendo esta tendo o sinal compartilhado com divisores de sinal, e sem ser em cascata. Há divisores de dois, três e até quatro saídas, mas nestes casos recomenda-se amplificar o sinal. Já para antenas internas, não dá para dividir: uma antena para cada aparelho. Na prática, é mais fácil e barato uma antena externa para todo mundo do que uma interna para cada aparelho. Quanto aos conectores, é importantíssimo usar conectores de boa qualidade e montá-los corretamente. O conector deve do tipo rosqueado para ter um contato melhor e mais preciso. Pois conectores de encaixe usados em antenas internas tendem a dilatar e deixar mal-contato.
  • Cuidados com a antena externa e segurança: evite instalar a antena externa próxima a fios de eletricidade ou sem aterramento, pois o risco de descargas elétricas é grande e pode danificar a TV. Em edifícios, não devemos instalar sem supervisão técnica para não comprometer a segurança do prédio contra raios. Também evite instalar antenas externas sem conhecimento, faça uma busca na internet antes e use equipamento de proteção. Não mexa na antena com o aparelho ligado. Em caso de tempestade de raios, desligue a TV e desconecte o fio da antena externa.
  • Cuidados com a antena interna: evite ficar mexendo no conector para não dilatá-lo. Limpe a antena com sabão neutro e pano úmido nas partes plásticas para não acumular poeira. Posicione a antena onde as pessoas não precisam tocar ou não podem derrubar. Hoje há antenas que podem ser penduradas na parede. Evite modelos com muitas arestas para facilitar a limpeza. Se a antena for VHF/ UHF e for usar somente o sinal digital, recolha as varetas da antena telescópica, pois não serão necessárias.

Xíiiiiiiii, Marquinho…

Depois de mostrar quando a TV Digital é um paraíso de entretenimento na Terra, também é hora de mostrar quando a TV Digital dá dor de cabeça, pois nem tudo são flores. Os maiores problemas encontrados na TV Digital são:

  • Duro onde não pega – Só na cidade de São Paulo são quase 30 canais digitais, há algumas cidades onde só pega um canal digital e há outros que nem sinal digital tem, a menos que possa ver pela parabólica, pois algumas emissoras transmitem o sinal digital pela parabólica.
  • Audiência irrisória – A audiência de TV digital aberta ainda está longe do que se possa imaginar. Apesar de a venda de televisores LCD ter alcançado a marca de 18 milhões de aparelhos vendidos em 2010 e 2011, ainda são poucas as residências com aparelhos de TV digital. Em 2009, a audiência de TV Digital ainda não havia saído do traço, ou seja, ainda não tinha 1 ponto de audiência, o que hoje equivale a 60 mil domicílios na grande São Paulo.
  • Tá caro, né? – Mesmo com os preços em queda livre, um aparelho de TV com receptor Digital ainda é caro. Um aparelho de TV convencional custa cerca de R$ 530,00. Um aparelho de TV LCD com conversor digital custa R$ 1.100,00, mais que o dobro do preço. Ainda havia as opções de usar receptores USB para PC ou os Set-top box, que são aparelhos receptores de TV Digital, que não vingaram pois na época que lançaram eram caros demais. Para se ter uma ideia, os receptores no começo da TV digital custavam até R$ 700,00, hoje podem ser encontrados facilmente por R$ 100,00.
  • Oito ou oitenta – O sinal Digital traz a qualidade de som e imagem a TV, mas exige qualidade de sinal. Se o sinal não for satisfatório, ou muito fraco, a imagem some. Ou seja, se não tiver antena boa, esquece. Para isso é preciso uma antena de boa qualidade, de preferência externa, para receber o sinal digital.
  • Obsolescência programada – A TV Digital no Brasil vai fazer 5 anos em dezembro, mas alguns recursos prometidos para ele ainda não foram completamente implementados como a interatividade. E quando estes recursos estiverem prontos e atuantes, quem comprou um aparelho há um ou dois anos, teria um equipamento obsoleto. Isto pode ser frustrante para quem esperava fazer uso de um produto por um longo tempo.

Gostollllso… Gostolllso…

Agora, com a TV Digital aberta, ficou mais gostoso e muito agradável ver televisão. Este artigo vai comentar algumas das coisas bacanas que a TV Digital está trazendo pra gente.

  • HDTV – A riqueza de detalhes das imagens com som vibrante, ao vivo! Perfeito! Nem com um estoque de bombril na antena das TV’s de antigamente seria possível algo igual. A qualidade de imagem é quase o dobro de um DVD na resolução HD e quase o triplo na Full-HD.
  • Tudo Limpo – Em boas condições de recepção, não há como ter interferências. Nem uma orquestra sinfônica de liquidificadores ou uma ventania fantasmagórica seriam capazes de produzir chuviscos e chiados na imagem da TV. Como o sinal é digital, mesmo que parte da informação se perca é possível reconstruí-la. Isso garante que nada além da informação conste na imagem ou no som.
  • O teleguia dos “pogramas da teveluizão” tá lá dentro – Este recurso o pessoal já viu na TV a Cabo. Saber qual programa está passando e qual a próxima atração, não apenas do seu mas de todos os canais. O velho guia de TV  impresso num livrinho cedeu lugar ao EPG (Electronic Programming Guide ou Guia Eletrônico de Programação). Por ser eletrônico, ninguém tem a dor de cabeça ao saber que a Sessão das Dez do SBT só começaria meia-noite, pois a atualização é imediata. Além disso, tem a descrição do programa no guia para saber do que se trata. Há problemas com o horário de verão, e algumas emissoras não preenchem as informações do EPG corretamente, não é, Globo?
  • Vai onde você for – Quer ver o jogo do seu time ou o último capítulo da novela? Tá na mão! Com a tecnologia one-seg, um telefone celular com receptor de TV Digital móvel pode receber um sinal robusto, mas com qualidade de som e imagem para assistir TV a qualquer hora. E até mesmo no estádio de futebol os torcedores levam seus televisores de bolso para rever os lances e sentir-se como comentaristas esportivos, analisando o replay dos lances ou secando o time adversário.
  • Tem pra todo mundo – Todas as TV’s podem receber o sinal digital. As pequeninas (menores que 12″) usam one-seg, as maiores, mais antigas, recebem o sinal SD, e as modernas vão de HDTV. Não importa o aparelho de TV que você tem, o sinal digital é extremamente versátil, pois o sinal digital é dividido em 13 segmentos. Um para o sinal móvel (one-seg) e outros 12 que podem ser alocados de acordo com o programa: um programa em resolução SD precisa de 4 segmentos, um em HD precisa de 8 e um full-HD, dos 12.
  • Mais de um programa num mesmo canal – A multiprogramação é um recurso para transmitir mais de um programa em um mesmo canal. No entanto, pelas normas da Anatel, somente emissoras de TV públicas podem fazer uso deste recurso. Mas vale a pena. Pra quem curte a TV Cultura, não percam os canais Multicultura e UNIVESP que são bem bacanas. As emissoras comerciais só podem transmitir um programa, em formatos diferentes.
  • Agora é interativa – Com a tecnologia Ginga, que está chegando aos novos aparelhos, você vai poder “conversar” com a TV. Imagine saber o resultado das outras partidas em tempo real durante o jogo que você está assistindo ou ainda, saber a previsão do tempo, a sinopse da novela ou do filme, votar em enquetes, enviar mensagens, ou ainda, comprar ou acessar sua conta bancária. Tudo a um contrôle-remoto de distância. Era tudo que o Hommer Simpson queria.

A TV presente em nossas vidas

Muito legal ver como a vida da gente mudou tanto de uns anos pra cá. Lembro que há uns 15, 20 anos, não tínhamos quase nada em casa: um rádio com toca-fitas cassete, um rádio-relógio, um rádio de pilha MotoRádio, e uma única televisão marca Mitsubishi, com contrôle-remoto que se encaixava no aparelho e que minha mãe não queria que tirássemos do aparelho nem a pau. Não tínhamos telefone, videocassete, carro, lavadora, freezer (só uma geladeira) ou forno de micro-ondas. Internet e telefone celular nem existiam, e TV por assinatura (era assim chamada a TV a cabo naquela época) só existia em bairros nobres e estava começando. Parabólica só em algumas escolas públicas. Ou comprávamos jornais e revistas ou a comida do mês, eram tempos difíceis. O peão só comprava jornal para procurar trabalho ou quando seu time ganhava um campeonato para pegar o pôster. Teatro só na escola e nas igrejas e cinema era como feijoada: uma vez na vida, outra na morte. Isso ajuda a explicar o fascínio que o brasileiro tem pela televisão. Pois minha situação era igual a da maioria dos brasileiros no início da década de 1990. E naqueles tempos não era difícil comprar uma televisão. E em época de Copa do Mundo, era mais fácil ainda. Foi assim em 1986, quando meus pais compraram a TV Mitsubishi. Sempre é assim.
Muitos fatos vi pela TV. Mas dois deles considero marcantes pelo envolvimento nacional e também por tê-los testemunhado pela televisão. São eles o tetracampeonato mundial de futebol e o impeachment de Collor e que contarei em detalhes em outras oportunidades.
Em apenas 20 anos, o salto tecnológico e a estabilidade econômica nos proporcionaram uma invasão eletrônica em nossos lares. Vou me exemplificar para você ter uma ideia. Em 1995, houve um salto: o telefone, a TV com UHF (pode estranhar, pois a TV dos anos 80 só ia do canal 2 ao 13), o videocassete, aparelho de som com CD. Depois vieram os micro-systems, computador, TV de 29 polegadas, aparelho de DVD, carro e por aí vai… Tudo em casa. Você deve estranhar não ter videogame na história. Há uma espécie de relação conflituosa entre minha família e o videogame. A primeira vez que meu pai trouxe um Atari em 1986, foi obrigado a devolver para a loja pois minha mãe não deixou. O videogame só chegou em casa uns 8 anos depois quando minha tia deu o CCE Supergame pra gente. Mas naquela época as máquinas de fliperama eram muito mais divertidas, e desencanamos. E pela dificuldade de comandos também desencanei de fliperama. 😦
A TV Digital chegou para mim em 2008. Comprei um receptor one-seg USB para ver a final da Copa do Brasil entre Corinthians e Sport e foi um duplo desastre: além de ver o Corinthians perder a final, o aparelhinho foi usado como argumento para ser demitido da empresa. De qualquer forma corri atrás de aparelhos melhores: um receptor full-seg em 2009 e finalmente a TV LCD em 2010. Neste meio-tempo aprendi alguns macetes, que vou passar pra vocês em breve.
Sinto-me hoje ao assistir TV, igual a um menino vendo um episódio de Vila Sésamo em sua pequena TV Telefunken, nos ídos de 73, redescobrindo cada novo tom com surpresa e encantamento.