Ontem foi a reunião de delegados sindicais no sindicato dos bancários. Não pude acompanhar o evento integralmente, pois simultaneamente ocorriam eventos na FATEC-SP. Mas pelo que pude acompanhar, a CABB ganhou visibilidade e destaque face a suas reinvidicações. Com exceção de mim, todos os delegados sindicais da CABB falaram à tribuna no debate. E o discurso quase foi o mesmo: a luta pelos 55%, fim da diferenciação entre atendentes A e B, fim do assédio moral. Inclusive outros delegados sindicais de outras áreas endossaram o discurso. É um indicativo forte de um momento favorável para um movimento em prol das CABB’s.
Claro que houve momentos em que houve embate, como no final da reunião, quando o sindicato não aceitou o pedido de publicar notas dos delegados sindicais no jornal ou em publicação própria.
Pela manhã houve a participação de técnicos do DIEESE para explicar o balanço do BB e a redução dos juros. Para pagar o funcionalismo, o banco somente faz uso das suas tarifas e ainda sobra. A relação entre folha de pagamento e faturamento com tarifas foi de exatamente 133% em 2011. Ou seja, em termos de custos, nenhum centavo do spread foi utilizado.
A realidade do BB é igual a de outros bancos comerciais. No entanto não deveria ser. Se o BB é um banco oficial do governo federal, este deveria propor uma estratégia de mercado que promovesse a inclusão bancária, o fomento da economia por meio do crédito e a valorização da massa de trabalho, porém nada disso é visto, e com o olhar mercadológico arcaico dos dinossauros que dirigem este banco. É possível reduzir ainda mais os juros, e oferecer condições salariais dignas aos trabalhadores do BB.
Reunião de delegados: destaque para a CABB
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