Ontem, 12/09, em assembleias realizadas em todo o país, os bancários decidiram que vão cruzar os braços a partir das 0h de terça-feira, 18/09, por tempo indeterminado.
Em São Paulo, eu participei da assembleia que decidiu pela paralisação. Em uma decisão unânime, a proposta dos banqueiros foi rejeitada. Em outra votação, por ampla maioria, foi decidido que o sindicato de São Paulo irá seguir o calendário de ações proposto pelo comando nacional: assembleia organizativa em 17/09 e início da greve em 18/09.
Durante a assembleia, a oposição bancária pediu para que seja encaminhada ao Banco do Brasil, através do comando nacional, o abaixo-assinado da CABB. O documento foi recebido pela presidente do sindicato Juvandia Moreira, que ressaltou as pautas de reivindicações da CABB.
Após a assembleia, eu conversei com Juvandia e abordei outros problemas que estão ocorrendo no Banco, claramente entendidos por nós, como uma espécie de contingência antecipada. O ritmo de trabalho teve um repentino aumento, com batimento de recordes de contratação de empréstimos pela CABB, média de ligações elevadas por atendente, número elevado de ligações perdidas e pressão por aderência e conformidade. A presidente do Sindicato informou que irá encaminhar os fatos e levantar a questão nas rodadas de negociação com o Banco.

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