Caros amigos,
Hoje a conversa é com você que é Gerente de Grupo ou Analista de Monitoria da CABB. Após 9 dias de greve, o acordo aprovado para o seu término vislumbra uma oportunidade. Por mais que tenha passado desapercebido, a abertura do diálogo para discussões sobre plano de carreira juntamente com os sindicatos e a criação por parte do banco de alguns cargos comissionados com jornada de 6 horas, irá permitir que seja introduzida na CABB um plano de carreira, a contrapor com a redução da trava para os atendentes para um ano.
Entendo perfeitamente a preocupação de vocês, que é a minha também: de que a ausência de razões que façam os trabalhadores ficarem na CABB, gere um problema de rotatividade e por conseguinte, ocorra uma queda na qualidade dos trabalhos efetuados na CABB. O meu ponto de vista é simples: a desvalorização do trabalho, também desvaloriza o trabalhador. Acredito que as condições de trabalho não se resumem apenas à concessão de benefícios, mas também a uma organização do trabalho que esteja de acordo com os anseios de visão de carreira dos trabalhadores.
Uma CABB produtiva e que tenha um plano de carreira interno, com critérios justos e transparentes, correto dimensionamento do quadro de acordo com a demanda, vão permitir a todos um trabalho mais fluente e melhor para todos.
O apoio à questão das seis horas para analistas de monitoria e gerentes de grupos sem redução salarial, irá permitir uma melhor fluidez e capilaridade do trabalho. Menos horas de trabalho de analistas e gerentes será mais vagas de analistas e gerentes, assim como maior disponibilidade e menor carga de trabalho destes. Eu já comentei isso com alguns colegas da tarde, e acredito que esta solução será bastante adequada para quem deseja ficar na CABB.
Qualquer dúvida estou a disposição.

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