#prayforjapan

11 de março de 2011 foi um dia negro para o Japão. Um tremor de forte intensidade, seguido de um tsunami, devastaram diversas cidades a nordeste do país, deixando um rastro de destruição e morte.

Mas o pior estaria por vir. A usina nuclear de Fukushima I foi duramente atingida pelos tremores e tsunami, entrando em colapso, com sistemas de refrigeração dos reatores comprometidos. Se seguiram explosões nos prédios dos reatores 1, 2 e 3 e incêndios no reator 4. O drama japonês e o clima de medo de um acidente nuclear de grandes proporções, tornaram-se riscos reais de desastre.

Um esforço desesperado dos técnicos e engenheiros japoneses para evitar um desastre radioativo ainda maior beira o heroísmo. Níveis de radiação acima do normal foram detectados até em Tóquio, mas sem causar risco as pessoas.
O notável é a atitude do povo japonês. Um comportamento sereno e exemplar observa-se no povo, que mesmo assustado, procura manter uma vida normal, juntando forças para reerguer o país. Entretanto, falta comida, combustível e eletricidade.

O que impressiona é a quantidade de notícias ruins da tragédia, num interminável pesadelo. Nunca poderia imaginar que, 66 anos após a hecatombe nuclear de Hiroshima e Nagasaki, a radiatividade assolasse novamente o solo japonês.