No Metrô (texto Escrito Em 21/01/2008)

Cá estou eu na estação do Metrô escrevendo este texto. Entre uma estação e outra, e também entre um gole e outro de chá mate, fiquei lembrando da rápida e divertida viagem de ônibus que tive minutos antes. A cidade de São Paulo tem dessas coisas. À noite, os ônibus costumam não ter parcimônia na velocidade. Se para alguns é um tormento, para outros, como eu, é pura diversão. Tanto é que acabei me enganando agora há pouco, escrevendo este texto, e tomei a plataforma errada ao fazer a baldeação na Ana Rosa, tomando a direção oposta e parando na abafada estação Chácara Klabin.

Mas voltando ao assunto dos ônibus, aconteceu que por volta das 10 da noite, não haviam passageiros a ponto de num determinado ponto da viagem somente haver no coletivo 2 pessoas: eu e o motorista (esclarecimento: em algumas linhas intermunicipais, não existem cobradores, sendo o motorista quem também cobra as passagens), sendo eu a única testemunha das peripécias barbeiras do motorista. Inclusive, este me peguntou se eu estava com medo, respondendo-o negativamente. Acabei rindo dessa situação toda. Ao descer próximo à estação Saúde, agradeci dizendo: “Falou, piloto!” e desci da condução, fazendo sinal de positivo para o jovem motorista, que se daria muito bem sendo piloto de Fórmula Truck.

(texto escrito off-line, porém não publicado)

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