Homenagem ao amigo Nei

Cedo demais…

Como disseram outro dia, por que os bons morrem jovens? Há lógicas que não entendemos, nem queremos aceitar, pois a vida é ilógica, o mundo é ilógico, e nada nos faz sentido. É difícil crer na fragilidade da vida, mesmo com tanta coisa que o Homem fez para fortalecê-la. É difícil crer na força da morte, mesmo com tantos recursos que usamos para derrotá-la. E este fim precoce nos punge de tal forma que somos surpreendidos, agimos com descrença, revolta, dor e, por fim, tristeza.

A melhor forma de homenagear alguém que se foi é vivendo intensamente, pois ao lembrar aquela canção do Milton Nascimento, a Canção da America, que sempre choramos ao lembrar da dor da despedida, lembramos que qualquer dia a gente vai se encontrar, e quando se encontrar, certamente nosso amigo vai querer ouvir de nós muita coisa.

Quanto a você, amigo Nei, me dói saber só agora que você não está mais aqui. Mas que palavras devo dizer, se a tristeza dessa notícia não é possível descrever em palavras? Ficaria horas a fio tentando em vão dizer o que é isso que tira o nosso chão, nossa alegria, um pouco de nossa fé.

Que esteja em paz, onde quer que esteja. É o que é possível dizer.

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